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Sonae não vai lançar OPA sobre Zon

Escrito Por:  velas @ Ontem, 18:59
A garantia é dada por Paulo Azevedo, presidente da Sonae. «Nunca lançaríamos uma OPA sobre a Zon sem sermos convidados».

Em entrevista ao Jornal de Negócios, Paulo Azevedo explica que o grupo quer internacionalizar os negócios e que a fusão entre Zon e Sonaecom faz sentido, mas que só lança a oferta se se ultrapassarem alguns obstáculos.
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Governo vai reunir com operadoras para definir regras

Escrito Por:  St.NC @ Ontem, 17:15
O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou, hoje, que o Governo vai reunir-se até ao final do ano com as operadoras de telecomunicações para definir o quadro regulatório para a implementação de Redes de Nova Geração (RNG) em Portugal.


José Sócrates, que falava durante a inauguração da exposição "Portugal Tecnológico 2008", que decorre na Feira Internacional de Lisboa, afirmou que as RNG são "um sector da maior importância para o país" e que "Portugal precisa urgentemente destas redes".

As RNG são redes de fibra óptica que, por terem maior largura de banda, permitem velocidades de navegação de até 100 megabites por segundo.

Sublinhando a importância de "andar depressa" nesta matéria, o primeiro-ministro anunciou que o Governo vai reunir-se com as operadoras de telecomunicações "até ao final do ano", para que em 2009 possam investir nas RNG, um investimento que "é da maior importância para Portugal".

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, disse à margem da inauguração da exposição que o Governo "está a preparar a legislação para a abertura das condutas".

"A nossa intenção é fazer uma reunião com os operadores até ao final do ano para lançar um plano de investimentos que seja concretizado em 2009", disse Mário Lino.

A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) está a concluir o relatório da consulta pública sobre as RNG, com vista a definir a forma como será feito investimento nestas estruturas, por um lado de forma a garantir a sua implantação em todo o território nacional, por outro salvaguardando a concorrência no sector das telecomunicações.

De acordo com os peritos, será necessário um investimento de entre 2 a 3 mil milhões de euros para que estas redes - que vão permitir, por exemplo, descarregar da Internet filmes em alta definição, em sete minutos -, cheguem a todo o território nacional.

As empresas do sector divergem da forma como deve ser feito o investimento nas novas redes.

Para a Portugal Telecom (PT), um investimento desta grandeza requer previsibilidade regulatória e a garantia de que não será obrigada a abrir a sua rede aos operadores mais pequenos, pelo menos nas áreas do país onde existe concorrência.

Já as operadoras concorrentes - Sonaecom, a Vodafone e a Oni - defendem o contrário, isto é, a abertura e partilha das redes de nova geração que venham a ser construídas, temendo a formação de um novo monopólio por parte do operador incumbente, a PT.

Fonte: SIC
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Mobile marketing: Ação de Natal da claro conta com QR codes

Escrito Por:  Quimera @ Ontem, 11:53


Neste ano, a campanha de Natal da Claro contará com QR codes. Os códigos serão impressos em jornais, revistas e folhetos de PDV. Para participar, os clientes Claro que não possuem o leitor podem enviar a palavra-chave “Escolha” para o número LA 250 e baixar, gratuitamente, o leitor de QR Code em seu celular (caso o equipamento seja compatível).

Com o leitor instalado, os clientes da Claro podem escanear o código e receber um link para o Claro Idéias, onde poderão baixar gratuitamente a trilha da campanha de final de ano da operadora.

Muito interessante a solução encontrada pela Claro que, ao mesmo tempo em que realiza sua campanha de final de ano, apresenta (para alguns) e estimula a visitação no seu portal Claro Idéias. Isso sem contar que, ao utilizar QR codes, alia sua marca a inovações tecnológicas.

Uma vez que o download é realizado via Claro Idéias e o acesso ao portal é limitado aos clientes da operadora, os “não-clientes” Claro não poderão baixar a trilha. Portanto, quem não for cliente da Claro e escanear o QR code será direcionado para um site wap com informações sobre as promoções especiais da operadora para o Natal.

Em seu comunicado à imprensa a Claro declarou que os QR codes serão uma importante ferramenta de mobile marketing disponibilizada pela Claro a seus parceiros. A tecnologia traz novas oportunidades para os anunciantes, possibilitando diversas formas de interação com o público e despertando a curiosidade dos consumidores.

Se ficou curioso para saber se o seu aparelho é um dos compatíveis com o leitor de QR code, confira a lista no site www.claroideias.com.br.
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Mercado: MVNOs no Brasil

Escrito Por:  Quimera @ Ontem, 11:52


O Teletime divulgou uma série de matérias sobre o possível início de negociações de MVNOs no Brasil. A seguir, uma tentativa de compilação dessas matérias:

As operadoras móveis virtuais (MVNOs, na sigla em inglês) são uma realidade há alguns anos em países desenvolvidos, onde a penetração de telefonia celular supera 100% da população. No Brasil, onde a teledensidade móvel já passou de 70%, a regulamentação ainda não permite a revenda de serviços de telefonia celular, mas diversas fontes ouvidas por TELETIME News têm recebido a sinalização da Anatel de que a consulta pública para a exploração do serviço sairá ainda este ano.

Por conta disso, existem no mercado movimentos intensos de empresas preparando-se para montar operadoras virtuais. Há rumores de que um canal de TV e uma grande rede varejista estariam estudando concretamente essa possibilidade.

Anatel

Segundo apuração realizada pelo Teletime junto a fontes da Anatel, são procedentes os sinais detectados no mercado de que um regulamento de revenda que permitirá a criação de operadoras virtuais (MVNOs) é iminente. O trabalho já foi concluído na esfera técnica e logo chegará ao conselho diretor, a quem cabe a decisão final antes da consulta pública.

O regulamento da Anatel deverá ser simples, priorizando as garantias contratuais ao usuário e a possibilidade de oferta de serviços inerentes ao SMP (como short-message e acesso à rede banda larga), como serviços de valor adicionado. Plataformas de Internet, videogames e mesmo set-top boxes de TV poderiam utilizar a rede celular por meio de MVNOs.

Mas o ponto mais polêmico do regulamento será o dispositivo colocado para atender a possibilidade de compartilhamento de infra-estrutura das redes 3G previstas no leilão de venda das faixas.

A disputa se dará sobre o seguinte tema: a Anatel exigirá das atuais operadoras a cessão dos meios para operadores virtuais ou será adotado o critério da livre negociação?

Mercado

Outro fator que aponta a chegada das MVNOs é o movimento das empresas nesse sentido. A Triad Systems, empresa brasileira especialista em sistemas de co-billing, anunciou o desenvolvimento de uma plataforma para operadoras virtuais. O diretor comercial da Sisteer, empresa que se classifica como uma MVNE, ou Mobile Virtual Network Enabler, Hayann Balafrej, esteve esta semana no Brasil para participar de uma série de encontros com empresários brasileiros.
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Chamadas ao segundo atraem poucos clientes de telemóveis

Escrito Por:  hugo86 @ 17/11/08, 16:55
TMN e Vodafone dizem que quem os escolhe fala pouco

Os tarifários que cobram as chamadas de telemóvel ao segundo chamaram pouco à atenção dos portugueses, desde que passaram a ser disponibilizados pelos operadores nacionais em Junho, depois do avanço da proibição contra os arredondamentos em alta.

A Agência Financeira contactou a TMN, a Vodafone e a Optimus, sendo que os dois maiores operadores reconheceram, mesmo sem avançarem números concretos, que a adesão aos novos planos que cobram uma chamada ao segundo, depois de um período inicial de 10 segundos, foi residual. Já a Optimus optou por não responder.

«Houve uma adesão, mas este tipo de tarifários interessou a um tipo de clientes que não faz do telemóvel uma utilização tão exaustiva. Falam pouco», disse fonte oficial da TMN à AF.

Já para o director da unidade de negócios particulares da Vodafone Portugal, Mário Vaz, não se sentiu uma grande migração para estes planos «porque esta oferta se adequa a um perfil de cliente claramente minoritário no mercado nacional».

Agência Financeira
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